Tag Archives: textos meus

Mente do Macaco

mentedomacaco

Semana passada saiu um livro meu pela Balão Editorial. Tô falando do Mente do Macaco (ó a capa ali em cima), que sai somente em formato digital e custa R$ 1,90!

É um livro de fragmentos que passam por um caderno de ideias, uma empresa que usa macacos datilógrafos e investidores da bolsa, diários de Charles Darwin numa tradução, bem, PARTICULAR, e outros trechos que pulam de galho em galho da narrativa.

Pra comprar, vai no link de sua loja preferida:

Kobo Store

Google Play

Amazon

Existe um projeto de fazer uma edição impressa de baixa tiragem, mas vamos ver, tô ainda pensando.

Deixe um comentário

Filed under É meu, Literatura

Trechinho: MM

Escrevi um pequerrucho livro em diversos  fragmentos que orbitam a ideia e o símbolo do macaco. Creio que isso vá ser um ebook ainda este ano, mas sabendo eu falo aqui (afinal, sou o maior interessado). Segue um fragmento desse texto com título quase certo de Mente do Macaco:

MacaCORP 2

Esta sala é FB 309 e aqui incentivamos os macacos a tirarem fotos uns dos outros e de si mesmos também. Conseguimos, graças a um acadêmico alemão, ganhar uma causa nos tribunais e provar que o macaco que tomou a câmera de um fotógrafo e fez um autorretrato tem direitos autorais e de imagem sobre a foto.

[…]

Ah, sim. A questão do furto foi resolvida com horas de serviços comunitários alimentando os animais no zoológico.

[..]

Sim, normalmente ele está aqui, ele é uma espécie de ídolo entre os símios, chamamos ele de juiz. Mas hoje, justamente, está no zoológico cumprindo seu acordo com a justiça. Ah, os macacos prepararam uma surpresa pra nós: vão apresentar uma versão condensada e mímica de 2001. Por favor, tomem seus acentos, senhoras e senhores.

Deixe um comentário

Filed under É meu, Literatura

E agora para algo completamente diferente

Zé Oliboni e eu começamos uma nova série de HQs lá no Diletante Profissional.

E agora 1 - p1 -port

Continuar a ler

Deixe um comentário

Filed under É meu, HQs

Avulsinho 7

 

Sonhei que via aquela sua amiga, nua e usando um cobertor como capa. Ela balançava a cabeça no ritmo de uma canção que não tocava (algo como Grace). Me deitei com ela sobre o cobertor e antes de nos beijarmos, vi pela janela um filhote de gato na neve e o deixamos entrar.

Acordei e fui até janela pra sentir o vento do verão, quando olhei pra cama, vi a marca que as tuas unhas vermelhas deixaram na parede branca.

 

Deixe um comentário

Filed under A gente tenta, É meu, Literatura

Tem alguma coisa rolando: Texto na Gazeta do Povo

Ontem saiu na Gazeta do Povo de Curitiba uma matéria sobre o filme Batman vs Superman e me convidaram pra fazer um textinhinho de um futuro distópico em que Donald Trump é presidente dos EUA e o Superman seu cupincha.

O texto pode ser lido AQUI.

Continuar a ler

Deixe um comentário

Filed under É meu, HQs, Literatura

Tem alguma coisa rolando: HQ Visita

Visita-topo

Mais uma HQ em parceria com o Diletante Profissional, Zé Oliboni. Lá embaixo aquele blablablá de onde surgiu a ideia etc.

Continuar a ler

2 comentários

Filed under É meu, HQs, Viagem

Lielson Zeni, tradutor de Cornellà

12825592_1292644607429281_1035394525_n

Sigo na vida,  mas também vou pela ficção.

Continuar a ler

Deixe um comentário

Filed under A gente tenta, É meu

Avulsinho 6

 

Baudelaire recolhe o baralho da mesa e o enrola num pano de cetim vermelho.

– Ei, senhor, antes de se ir, poderia, por gentileza, ler as cartas para mim?

– Desculpe, senhor, mas só as leio para mim mesmo.

– Mas, senhor, isso é possível? Ver seu próprio futuro?

– Não, não é. Leio cartas difusas que mostram algo que não virá e mantenho a surpresa da vida.

 

Deixe um comentário

Filed under A gente tenta, É meu, Literatura

Tem alguma coisa rolando: Balbúrdia

Ontem postei no Balbúrdia uma coluna que gostei demais de fazer, sobre o Incal, de Moebius e Jodorowsky, mas passeio também pelos filmes do Jodô e por outras obras deles. Segue aí o comecinho dele:

Sonhei que andava por dunas e que o sol refletia no chão e me doía os olhos. Caminhei até encontrar Alejandro Jodorowsky; ele não me falou nada, mas com as mãos pediu que eu o seguisse. Passamos por AREIA, areia, arena céu e areia até um lago raso. Jodorowsky entrou e, mesmo com 80 anos, apoiou-se nas mãos e permaneceu de ponta-cabeça. Pude ver ele refletido na água. Diante de mim, ele e seu reflexo se misturavam, um era luminoso, outro era negro. Sorriam consoantes e um Jodorowsky se entrelaçou no outro e explodiu em luz.

Desse clarão surgiu um livro que se abriu (pelo vento? não sei) e eu caí dentro do livro, mergulhei em páginas líquidas “Eu não sei nadar! Ayúdame, Jodorowsky!”.

Eu caí no Incal, o gibi. Sumiram as águas e eu estava no Beco do Suicídio, com muita gente caindo comigo (basta que um salte e vários insatisfeitos também se jogam). Os aristos mijam e atiram, e sempre erram. A queda, ao contrário do gibi, não acabava no lago de ácido; ela não acabava. Quando entendi isso, conversei com aqueles que caíam:

O RESTO SEGUE LÁ NO BALBÚRDIA.

Deixe um comentário

Filed under A gente tenta, É meu, Cinema, HQs

Tem alguma coisa rolando: HQ 18m²

18m2 - topo

Segue abaixo mais uma HQ em parceria com o Zé Oliboni, do Diletante Profissional. Lá embaixo, como de hábito, falo um pouco sobre a construção da história.

Continuar a ler

2 comentários

Filed under É meu, HQs