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E agora para algo completamente diferente

Zé Oliboni e eu começamos uma nova série de HQs lá no Diletante Profissional.

E agora 1 - p1 -port

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Tem alguma coisa rolando: HQ Visita

Visita-topo

Mais uma HQ em parceria com o Diletante Profissional, Zé Oliboni. Lá embaixo aquele blablablá de onde surgiu a ideia etc.

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Tem alguma coisa rolando: HQ 18m²

18m2 - topo

Segue abaixo mais uma HQ em parceria com o Zé Oliboni, do Diletante Profissional. Lá embaixo, como de hábito, falo um pouco sobre a construção da história.

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Tem alguma coisa rolando: HQ Feliz natal

Mais uma HQ em parceria com o diletante profissional Zé Oliboni. Lá embaixo aquela papagaiada de sempre sobre o roteiro da HQ.

Feliz natal

***

O Zé me sugeriu que fizéssemos ma HQ temática pro natal (depois faríamos uma de carnaval também). Pensei um pouco sobre o consumo, mas descartei porque essa é a primeira ideia sobre natal depois de alegria e paz entre os humanos. Lembrei do nascimento de Cristo, com aquela violência de morte de primogênitos e da via Crucis com toda a tortura que ele sofreu até a crucificação. Pensei numa chave irônica, pesquisei um pouco e encontrei um discurso do Obama desejando feliz natal e ano-novo e anunciando a retiradas das tropas norte-americanas do Iraque. Peguei o discurso, recortei como me calhou e sugeri ao texto macio um espancamento com crucificação. Não  gostei muito da fonte, mas ela conversa com cartão de natal e ela diferencia a voz do Barack da de Michelle. Ó o roteiro, ainda com o discurso em inglês (rolou um certo empenho na edição da tradução de alguns trechos e consumiu bastante tempo).

Primeira coisa: letras diferentes pro presidente e pra primeira dama. Eu posso fazer isso. Os nomes presidente e primeira dama não serão usados (estão no roteiro só pra marcar que as fontes serão diferentes). Pensei tudo em roupas contemporâneas, sem usar cor de  pele.
THE PRESIDENT: Hello everybody, and happy holidays.
Um homem é empurrado no chão, com as roupas rasgadas e a testa sangrando (coroa de espinhos, mas ele tá sem ela).
THE PRESIDENT: That’s the same spirit of giving that connects all of us during the holidays.
Vários homens chicoteiam um cara caído que não se vê

THE PRESIDENT: So many people all across the country are helping out at soup kitchens, buying gifts for children in need, or organizing food or clothing drives for their  neighbors.
O chicoteamento continua, mais intenso.
THE PRESIDENT: For families like ours, that service is a chance to celebrate the birth of  Christ and live out what He taught us
O homem no chão tenta levantar
THE PRESIDENT: – to love our neighbors as we would ourselves; to feed the hungry and look after the sick; to be our brother’s keeper and our sister’s keeper.
Em pé, ele é estapeado
THE PRESIDENT: to be our brother’s keeper and our sister’s keeper.
É agarrado pelos homens e posto em pé, mas ele não tem forças.
THE PRESIDENT: And for all of us as Americans, regardless of our faith, those are values that can drive us to be better parents and friends, better neighbors and better citizens.
É arrastado meio em pé, meio caído, pelos homens.
THE FIRST LADY: So as we look to the New Year, let’s pledge ourselves to living out those values
Homens martelam homem na cruz, visão distante. Vemos todos os caras na cena.
THE FIRST LADY: by reaching out and lifting up those in our communities who could use a hand up.
Cruz é levantado pelos homens
THE PRESIDENT: So Merry Christmas, everyone.
Crucificado em destaque.muita dor.
THE FIRST LADY: Happy holidays everybody, and God bless.
Close no crucificado, que olha pra cima e fala: Por que me abandonou?

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Tem alguma coisa rolando: HQ Rigor Mortis

Mais uma da lavra da parceria com o Zé Oliboni e as HQs pro Diletante Profissional. Lá embaixo falo um pouquinho sobre a ideia dessa história.

RM 1

Rigor mortis 2

Rigor mortis 3

RM 4

***

Mais uma HQ que o difícil foi achar um texto enxuto o bastante, sem ser insuficiente. Conversei com o Zé sobre a linha-mestra da história ele gostou. Aí, mandei pra ele o roteiro no corpo do email mesmo:

pro da dança
pensei uma frase na primeira página, em que tem planos detalhes do corpo e rosto e paisagem
“Quando eu  morrer, por favor,…”
quantas páginas você quiser de movimento de dança na vibe Jules Feiffer (dá uma olha no Mate minha mãe), com os painéis sem fundona última página um plano aberto (se quiser, com fundo e tudo mais)
“…dancem sobre meu túmulo.”
fred astaire debulhando:

gene kelly

A curiosidade é que pedi por Zé me usar como modelo pro personagem, porque ma época tava no meio da escrita de um livro sobre meu funeral. Tudo aqui parte de uma concepção mais festiva da morte, encarando a perda como algo natural, com desapego e pelo viés da impermanência. Tem uns molhos medievais aqui também e muito Monty Python, mas sem o humor como resultado, sendo o humor levíssimo um suavizador.

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Tem alguma coisa rolando: HQ de Carnaval

O Zé Oliboni, meu parceiro dessas HQs que tem saído no Diletante Profissional, me pediu pela segunda vez uma história ligada a uma data (fizemos uma de natal, ainda vou postar aqui). Óbvio que era de Carnaval. Vai ela aqui e lá embaixo eu falo como um cara que odeia carnaval fez essa HQ:

carnavalfinal

***

Minha ideia um era fazer algo na linha Harvey Pekar. Uma grade fixa de 6 ou 9 quadros com um cara reclamando do Carnaval. Quando parti pra execução da coisa, me pareceu mais interessante que fossem pessoas diferentes e isso reencaminhou o roteiro, porque também pensei que é coisa de babaca falar mal de um negócio que tanta gente gosta. Resolvi ir atrás de um equilíbrio e sair da reclamação simples, até me acusando de leve.

Porém, aqui entra a vantagem de se trabalhar com amigos: o Zé levantou a questão de que a ideia das máscaras é bem batida. Só pude me envergonhar e bater na testa. Ele também falou no esquema de fazer um quadro por linha e contrapropus dois e deu certo. Oha aí o roteiro, que com exceção do texto que mudou TOTALMENTE, é o que foi usado.

PÁGINA 1 –  6 painéis

QUADRO 1: um homem magro, branco, braços cruzados, atrás dele fundo preto, olha pro  leitor e fala: EU NÃO GOSTO DE CARNAVAL. MESMO.
QUADRO 2: uma mulher de cabelo preso, olha pro leitor, com os dedos pra cima, ironizando: DETESTO ESSE PAPO DE FOILIA, A ALEGRIA DO BRASILEIRO.
QUADRO 3: um senhorzinho, velho, mãos pra trás, olha pro leitor: NÃO VOU DIZER QUE NÃO GOSTO DO FERIADÃO.
QUADRO 4: uma criança japonesa, coçando o braço, olha pro leitor: MAS VOCÊ É OBRIGADO A GOSTAR DE CARNAVAL PORQUE TÁ NO BRASIL.
QUADRO 5: uma mulher negra com as mãos no bolso da calça, olha pro leitor: TENHO  TANTA VERGONHA DO CARNAVAL, QUE ENTENDO AS MÁSCARAS.
QUADRO 6: uma adolescente, bem punkzinha 15 anos, olha pro leitor: TAMBÉM IA QUERER SUMIR E NUNCA SER ENCONTRADA SE TIVESSE QUE IR NO CARNAVAL.

PÁGINA 2 – 5 painéis, o último mais largo

QUADRO 1: um homem gordo, de bigode, com mão no peito, olha pro leitor: PRA QUEM ODEIA CARNAVAL, UMA MÁSCARA É UMA BOA.
QUADRO 2: mulher de cabelo curto, estilo estilista, gesticula com um guarda-chuva na mão e olha pro leitor: VOCÊ PODE CONFERIR AQUELA PORCARIA DE PERTO.
QUADRO 3: mulher fantasiada de colombina joga confetes e olha pro leitor: DÁ ATÉ PRA FINGIR QUE FAZ PARTE DAQUELA MASSA SEM NOÇÃO.
QUADRO 4: um magrão cabeludo, camiseta de banda de metal, mexe no celular enquanto fala, com serpentinas enroladas nele: DE REPENTE, ATÉ VOCÊ VAI ACHAR QUE GOSTA
QUADRO 5: mesmo homem do quadro 1 da página 1, o fundo atrás dele agora é claro e estão os rostos de quem apareceu na história: O PIOR É QUE DEPOIS DA QUARTA-
FEIRA DE CINZAS VOCÊ AINDA USA UMA MÁSCARA POR DIA.

No fim, consegui falar melhor (eu acho) o que eu queria sem azucrinar a festa de ninguém e sem parecer um imaturo reclamão.

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Tem alguma coisa rolando: HQs [Eterno retorno]

Prometi ir postando aqui todas as HQs da minha parceria com o Zé Oliboni, então, vai aqui a inaugural (falo um pouco sobre o roteiro dela lá embaixo):

Eterno retorno 1

Eternal return 2

Eternal return 3

Eterno retorno 4

****

Essa ideia de alguém perseguido por um monstro que sadicamente vai embora e deixa no ar um “volto quando eu quiser te debulhar na porrada” é o centro do primeiro roteiro de HQ que fiz (acho que isso foi em 2006), mas nunca tinha achado o texto correto pra ele, por imageticamente eu tinha resolvido.

na primeiríssima versão eu decupei quadro a quadro com diversas transições e tal, mas não tinha nada de ameaça ali. deixei a história fermentando e toquei a vida.

Quando o Zé me convidou pra roteirizar algumas HQs curtinhas pro Diletante Profissinal, resgatei essa trama básica, sugeri os enquadramentos, discutimos sobre o ambiente e lutei com a frase palavra a palavra. A coisa só foi quando eu cheguei nessa ideia de pergunta e resposta, como se alguém contasse um pesadelo recorrente. Não sei se esse texto que taí é o melhor, mas é o melhor que consegui e me parece suficiente. Já o título veio de uma ideia de circularidade e repetição que evoca o ciclo de Vico que só conheço via Finegans Wake, portanto, não se espante se não corroborar  as ideias do Vico.

Segue o roteiro:

Página 1 – pensei nos 2 primeiros quadros menores, o terceiro e o quarto grandes e paralelos.Este texto entra onde ficar mais bem diagramado, mas o quanto antes, melhor: “Você tem medo de morrer?”

Quadro 1 – close no olho da personagem
Quadro 2 – o rosto da personagem inteiro
Quadro 3 – corpo inteiro da personagem correndo com um vulto ao fundo
Quadro 4 – personagem olha pra trás, apavorada

Página 2 – vários pequenos quadrinhos pequenos

Quadro 1 – a personagem corre e ao fundo percebe-se um monstro
Quadro 2 – enfoque nos pés dela
Quadro 3 – bate o braço numa parece
Quadro 4 – pula um muro e arranha a perna
Quadro 5 – rosto arfante, com pouco ar
Quadro 6 – personagem cai e sangra o joelho
Quadro 7 – Presença monstruosa, mas indefinida
Quadro 8 – personagem olha pra trás
Quadro 9 – personagem corre

Página 3 e 4 – se achar que vale segurar o andamento, inclua outros quadros. Sugiro quadros horizontais.

Quadro 1 – personagem dá de cara com uma parede
Quadro 2 – o monstro se aproxima
Quadro 3 – close nos olhos fechados
Quadro 4 – preto
Quadro 5 – a sombra d agarra se afastando e a testa com um filete de sangue escorrendo
Quadro 6 – olhos abertos com o sangue chegando aos olhos
Quadro 7 – um vulto em meio às sombras e uma garra que reluz
Este texto entra bem no final da última página: “Meu medo é que ele não me mate nunca.”

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Tirei as cartas e o arcana maior era o Jodorowsky

Hoje saiu mais HQ lá no Diletante Profissional, site do Zé Oliboni. Eu fiz o roteiro e ele desenhou (a parceria tá rendendo bem). Aqui vai a história e lá embaixo eu falo sobre o roteiro dela.

tarô

***

Eu queria fazer uma HQ sobre presente e a força de cada momento em si mesmo. Pensei em vários quadros soltos com aspectos da vida - não da vida de um personagem, mas a vida ela mesma. Achei que a narrativa do tarô era legal pela suas cesuras e força simbólica. Na minha pesquisa, encontrei o Jodorowsky falando que lia o tarô pra enxergar o presente e não o futuro. Incluí a noção de que as cartas são brancas, portanto sem nada, portanto com tudo, e cheguei ao título.

Em seguida apostei num esquema que gosto pra HQs curtas: uma frase forte e importante que direciona o sabor das imagens, e que é interrompida entre uma página e outra. Pensei em usar o Mallarmé e seu Lance de dados, mas queimei a cabeça numa frase original: quando o tarot mostra a finitude, as cartas foram tiradas pelo infinito. é como se os desenho fosse uma virgulazona,

(vale aqui a reflexão de quanto se valoriza o original, porque é óbvio que essa frase é inferior a qualquer uma do poema do tio Stéphane)

Primeiro pensei na tentativa organizada de dispor os momentos da nossa vida, por isso os ângulos retos, a linearidade (que evoca sua irmã, a circularidade). A última página quebra isso com a espiral, meio que dizendo que essa coisa de encaixotar e alinhar tudo não vai rolar, véi. Acredito porém que a HQ tem abertura de leituras bastantes pra outras coisas serem encontradas ali.

O texto no livro é de Charles Baudelaire, e coloquei justamente por conta da última frase, uma bússola conceitual da HQ; segue o seu trecho final:

A primeira pessoa que vi na rua foi um vidraceiro, cujo pregão cortante, dissonante, me chegou através da pesada e suja atmosfera parisiense. É-me, aliás, impossível dizer por que fui tomado, em relação a esse pobre homem, de ódio tão repentino e despótico.
“Ei! Ei!”, gritei-lhe que subisse. Entretanto refletia, não sem algum contentamento, que, ficando o quarto no sexto andar e sendo a escada bastante estreita, seria difícil para o homem operar sua ascensão sem enganchar por toda parte os ângulos de sua frágil mercadoria.
Finalmente apareceu-me: examinei curiosamente todos os vidros e lhe disse: “Mas como? Não tem vidros de cor? Vidros cor de rosa, vermelhos, azuis, vidros mágicos, vidros do paraíso? Como é descarado! Ousa passear pelos bairros pobres sem ao menos trazer vidros que tornem a vida bela!” E o empurrei vivamente para a escada, onde tropeçou resmungando.
Cheguei até o balcão, apanhei um vasinho de flores e, quando o homem reapareceu na soleira da porta, deixei cair perpendicularmente meu engenho de guerra sobre a parte de trás de seu fardo; o choque o derrubou e ele acabou de quebrar sobre as costas toda a sua pobre fortuna ambulatória, que fez o barulho estrondoso de um palácio de cristal arrebentado por um raio.
E inebriado com minha loucura, gritei-lhe furiosamente: “que tornem a vida bela! a vida bela!”
Essas brincadeiras nervosas não deixam de comportar algum perigo, podemos pagar caro por elas. Mas que importa a eternidade da danação para quem encontrou num segundo o infinito do gozo?
BAUDELAIRE, Charles. O Spleen de Paris: pequenos poemas em prosa. Trad. Leda Tenório da Motta. Rio de Janeiro: Ed. Imago, 1995:34-35)

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Café preto, sem açúcar e com um pouquinho de HQ

O Zé Oliboni, do Diletante Profissional, gosta muito de desenhar e resolveu fazer duas ações benéficas pra si com um único movimento: publicar HQs dele no seu site. Assim, ele desenha e mantém o Diletante com conteúdo. Ele me pediu uns roteiros pra desenhar e tem saído muita coisa da nossa parceria.

Esta aqui, Café, é a mais recente (vou publicar as atrasadas depois) e saiu primeiro lá no Diletante. Abaixo, eu falo um pouco sobre o roteiro.

Eu sonhei que tava fazendo um café, mas a água nunca molhava o centro do pó. Não sei bem o porquê, mas isso me deixou meio impressionado por uns dias e achei que podia virar uma HQ. A etapa seguinte foi encontrar um fecho narrativo, já que no meu sonho eu devo estar tentando chegar no  meio do pó do café até agora.

Em seguida, mandei um roteiro mui solto pro Zé:

Quadro 1: um cara com balão de fala: “Sonhei que eu passava um café”

Daqui pra diante, um processo pormenorizado de passar café com coador. Pode ser qual

coador você quiser, mas tem de ser um coador com apoio e não aqueles que é preciso

segurar. Penso nuns planos de cima.

“Mas a água nunca molhava todo o pó.”

é muito importante que a água dance pelo coador e parte do pó no centro do coador

continue seca.

Siga com essa dinâmica de passar café o quanto quiser.

Última Página: volta pro mesmo cara do quadro 1 ele está trás de um balcão e vai servir

um café prum cliente sentado diante dele. Essa operação de encher a xícara e entregá-la

ao cliente pode ser como você quiser.

PENÚLTIMO QUADRO: Cliente com o café na mão, antes de beber, pergunta “E como

termina o sonho?”

ÚLTIMO QUADRO: homem do balcão responde: “Não termina.”

E depois, por email, mudei o final com uma ideia da Van, que surgiu quando falávamos da HQ durante (adivinhe) o café:

No último quadro, teria o cara passando um café enquanto fala, o que vai dar uma ambiguidade sobre ser sonho ou não.

E o Zé ainda complementou:

Eu tive uma ideia complementar, não mostrar o cliente, o balão fica meio do nada, o copo aparece no balcão, tem o balão sem domo perguntando como termina e no final o copo não está mais lá e ele coa o fala falando não termina.

O Zé desenhou, postamos em trocentas redes sociais e agora tá aqui. Ah, ela existe em inglês também.

Porra, tanto papo que esfriou o café.

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Mais novidades

como foi um dos premiados no concurso Brazil Manga Awards, a revista especializada em cultura pop japonesa Neo Tokyo entrevistou nóis tudo, incluindo o Francis e eu. destilo meia dúzia de palavras na edição 98 da revista.

capa café virtual

além disso, saiu uma HQ virtual (também arte do Francis) que é uma versão ao conto que publicamos na Café Espacial 12.

ó ela aqui (clique sem dó).

e, claro, tem sempre um texto ou outro lá no Pelé Calado, sobre a Copa.

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