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Blog novo

resisti por um tempo a criar um blog no uordiprés, mas com a notícia da compra do simpático Posterous pelo Twitter e sua possível desativação, resolvi me garantir e repostar aqui todo o material de lá.

enquanto o meu blogue anterior ainda estiver em funcionamento, continuará ativo (bem, mais ou menos, dado o número de postagens que não tenho feito) pois usarei ambos como espelho e reprodutores dos mesmos conteúdos.

se o Twitter optar por fechar o de lá, nos encontramos por aqui.

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Tumblerando

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abri dois Tumblrs: um sobre os filmes que assisti, que se chama o Paradiso é bem bacana e o outro sobre os quadrinhos que leio, o Entre um quadro e outro.

pra quem não sabe, tumblr é um blogue ainda mais simplificado com suores de rede social.

como não me contenho, acabo incluindo algumas outras coisas, mas tenho feito força pra manter os textos mais curtos e pincelados. desse modo, este espaço aqui vai ter textos maiores enquanto lá vai umas pitadas dessas coisas. e pode ser que eu use coisas de lá como fonte pra algo aqui.

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Autorretrato de um ponto de fuga

a pintura aí é minha.

chamei ela de Eu sempre quis ver tudo. gosto de títulos longos.

fiz porque minha firma pediu pra cada funcionário pintar um quadro com seus “votos” pra 2011.

torta, pequena (mede uns 8 X 8 cm), com erros amadores. 

mas gosto dela. gosto tanto que mostro aqui. 

quero ver nela um olhar que me enxerga.

e vê através de mim um passado translúcido de um menino que sonhava cursar artes plásticas, aprender a desenhar, viver disso.

hoje escrevo e não desenho. nem reclamo.

mesmo.

gosto de fazer o que faço, do jeito que consigo. mas sinto falta de saber fazer isso aí de cima direito.

meus traços, que deveriam mirar pro futuro em seus votos corporativos, me contemplam o passado.

gosto disso.

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Greve

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a postagem de hoje informa que não comparecerá, exigindo melhores criações de trabalho.

a postagem fura-greve de outro dia foi impedida pelos grevistas, que cortaram a energia e fizeram com que ela se perdesse.

caso haja algum avanço nas negociações, os leitores serão avisados.

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Epistaxe

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achei uma palavra no dicionário que eu precisava mostrar.

não sabia de que modo poderia falar dela e resolvi botar ela lé em cima, em destaque, como título e que vai virar o linque da postagem.

pensei em usar de título e me deixar levar pelo que tipo de texto poderia surgir dali.

pensei em simplesmente postar como entrada de dicionário mesmo, com uma imagem batuta, mas me pareceu meio sem graça.

comecei e apaguei um texto em que falava que gostei de epistaxe (lê-se “epistáquesse”) porque essa simples palavra no meio de uma listagem tinha me mandando na carroceria da memória lá pra Francisco Beltrão, pra ver a mim mesmo, ossudo e apavorado.

pensei que eu ia acabar fazendo paralelos com Proust e Eisner e ai ser clichê. sem falar de que acabaria me acoitadando.

resolvi que não faria nada disso, mas que faria qualquer outra coisa (até mesmo contra os planos abandonados de escrita), só pra usar epistaxe pelo menos três vezes no texto.

só porque me lembrou de mim. e me lembrou dele:

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e dele

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Como era mesmo?

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Eu embarquei no ônibus e…

não, não começava assim. Era algo antes. foi quando saí de casa. ou não?

eu estava no meu quarto e ANTES de me levantar, eu sonhei que sonhava.

não, não. essa já foi queimada naquele filme meiaboca.

Eu estava em casa, tenho certeza.

era Curitiba ou Beltrão?

ou era eu mesmo? não sei, mas o que aconteceu comigo era uma volta pra mim mesmo que não consigo explicar…

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equacionando o problema (e copiando a resolução da página 314-315)

eu tô com um problema. Sério. o problema é sério. embora seja irrelevante. mas como é meu e é sério, ganha algum contorno.

eu tenho levado o blogue a sério. muito a sério. tão a sério, que ele ficou importante. tão importante que o texto que surge aqui, deve ser bom. muito bom. tão bom que não é fácil de fazer, tão não-fácil (EU SEI que é sem hífen, mas sou um escritor caprichoso) que não faço. se não faço, não posto, não blogo, logo nada há pra se ler aqui.

claro, há uma razão pra isso. é evidente, é fácil de saber. embora eu não saiba qual seja.

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aconteceu muita coisa nesse tempo: não conseguia escrever e experimentei com prosa de vanguarda, mas não funcionou – não bem o bastante; consumi minhas economias pagando as contas – o tudo; tive que voltar a escrever roteiros institucionais – mas não deu; precsiava de algum dinheiro pra pagar minhas aulas de natação – estava obsecado; fugindo de credores, cheguei à casa dela – alívio.

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fiquei um tempo lá, me vendi, me aluguei, me diverti – é verdade. mas não escrevi. nem uma maldita linha. nenhuma uma abençoada linha. chegou o tempo em que a falta de atender a mim mesmo me afundou. e novamente tive que fugir dessas cobranças de dentro de mim

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escapei, corri e mergulhei fundo e agora me sinto, perdido e ainda sem rumo. ao léu. e sem ter aprendido a nadar.

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Novo chapéu

Seguindo a sugestão dela, troquei o topo por um “pedaço” de quadrinhos clássicos.

O que você vê ali em cima é a parte de baixo da primeira página de Master Race, publicada pela EC Comics, em 1955.

A arte e o roteiro é de Bernard Krigstein e a história trata sobre intolerância e antissemitismo.

leia a história completa AQUI.

esse aqui é outro trabalho de Krigstein.

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(Subway # 1, 1968, óleo sobre alumínio)

batuta, não?

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Crônica de uma postagem anunciada

isso tem a ver com meu trabalho. e também tem a ver com esse texto do Ivan Lessa.

eu escrevo roteiros de videoaulas. e calhou que, nos últimos tempos, por benção do Criador e da tabela de prazos de entrega, voaram até minha mão materiais de linguística e leitura. e uma desses materiais é sobre gêneros textuais.

fiquei com isso na cabeça até a noite. me lavei e os gêneros foram ralo abaixo cercados de xampu.

daí no outro dia eu li a tal coluna do Lessa. invejado dele, pensei que queria escrever daquele jeito. e faísca!

o blog não é um diário virtual, informação que se repete mais que as descidas de Sísifo na imprensa especializada em informar os pais sobre o que seus filhos fazem tanto no computador.

e quando surge um novo meio de comunicação, os outros se reorganizam e descobrem novas utilidades.

exemplifico: depois que o Twitter entrou no lugar das postagens curtas e dicas de vídeo e música, os blogs servem mais como um relato elaborado, normalmente ligado ao cotidiano, com opiniões pessoais de seus autores fugindo pelo ladrão.

ou seja, o texto típico de um blog é a crônica.

o que não diz muito sobre mundo, pois é bastante óbvio. mas diz muito sobre as pretensões desse blogueiro.

PDA – Interpol

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Reengrenando

Esse negócio de manter um blogue atualizado não é fácil. aliás, só
atualizar é tranquilo. mete o trailer do Transformers e foi.

mas acontece que não acredito em filme sem roteiro. nem em colocar
qualquer caracter no espaço. o fundo deste blogue é branco e consome
energia da Terra. que seja por um bom motivo.

por outro lado, com a mudança de endereço – são só uns caracteres na
barra lá de cima, eu sei – dá uma vontade de escrever.

daí chega aqui e: branco (menos caracteres e mais enregia do
planetinha indo pro zebedeu).

pensando nisso, segue uma lista padrão de textos a fazer sempre que
você não souber que texto fazer:

– fale de alguma coisa que aconteceu no trânsito ou no ônibus; (se
você está em casa há quinzenas, invente);
– comente futebol (autoexplicativo);
– fale sobre o processo de escrever em blogues;
– comente de modo perspicaz um filme que você viu (repita clichês e
opiniões sem dó, mas se for com mau humor e ironia, as pessoas
gostam);
– reclame de serviços públicos (repita procedimento do item anterior).

há mais textos possíveis, mas esses aí bastam. outra lição de quem quer
escrever um pouco no blogue é que você deve escrever pouco. pense em caracter, não em caracteres.

ah, uma imagem ou uma música sempre são boas formas de mostrar quão 
ligado a novas coisas você é.

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