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Eu na Bienal de Quadrinhos de Curitiba

volto pra propagandear (tua formação não te engana, rapá): sou um dos convidados da Bienal de Quadrinhos de Curitiba e vou mediar 3 mesas e participar de 1.

Sexta-feira

14h – Quadrinhos Silenciosos
Mediação: Lielson Zeni
Troche, Lucas Varela, Rafael Sica, Alexandre S. Lourenço, André Ducci

[tema que me interessa especialmente este]

18h – Cadernos De Viagens
Mediação: Lielson Zeni
Tiago Elcerdo, Guilherme Caldas, André Caliman, Power Paola

[tipo de produção que adoro]

20h – Quadrinho, Gênero e Diálogo
Mediação: Lielson Zeni
Maria Clara Carneira, Laerte, Adão Iturrusgarai, Pochep Phillipe

[depois do livro da Mandy, tô pronto pra essa (outra hora eu conto)]

Domingo

11h – Jornalismo, Quadrinhos e Redes Sociais
Mediação: Heitor Pitombo
Mariamma Fonseca, Lielson Zeni, Ramon Vitral, Vitor Marcello

[Ramon e eu vamos falar um pouco sobre o próximo prêmio Grampo]

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Tem alguma coisa rolando: Balbúrdia

Ontem postei no Balbúrdia uma coluna que gostei demais de fazer, sobre o Incal, de Moebius e Jodorowsky, mas passeio também pelos filmes do Jodô e por outras obras deles. Segue aí o comecinho dele:

Sonhei que andava por dunas e que o sol refletia no chão e me doía os olhos. Caminhei até encontrar Alejandro Jodorowsky; ele não me falou nada, mas com as mãos pediu que eu o seguisse. Passamos por AREIA, areia, arena céu e areia até um lago raso. Jodorowsky entrou e, mesmo com 80 anos, apoiou-se nas mãos e permaneceu de ponta-cabeça. Pude ver ele refletido na água. Diante de mim, ele e seu reflexo se misturavam, um era luminoso, outro era negro. Sorriam consoantes e um Jodorowsky se entrelaçou no outro e explodiu em luz.

Desse clarão surgiu um livro que se abriu (pelo vento? não sei) e eu caí dentro do livro, mergulhei em páginas líquidas “Eu não sei nadar! Ayúdame, Jodorowsky!”.

Eu caí no Incal, o gibi. Sumiram as águas e eu estava no Beco do Suicídio, com muita gente caindo comigo (basta que um salte e vários insatisfeitos também se jogam). Os aristos mijam e atiram, e sempre erram. A queda, ao contrário do gibi, não acabava no lago de ácido; ela não acabava. Quando entendi isso, conversei com aqueles que caíam:

O RESTO SEGUE LÁ NO BALBÚRDIA.

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Estreia de A consciência de Zeni

Que tenho tocado um blog com os parças Liber e Paulo eu já falei. Tenho avisado direto quando rola alguma coisa lá, só que dessa vez acho mais legal porque é minha estreia como colunista, com A consciência de Zeni (O nome roubei de uma brincadeira que o Leandro Melite fez comigo).

Vocês podem ler minha carta pro Guazzelli, comentando sua HQ Apocalipse Nau LÁ NO BALBÚRDIA. O bacana foi que o autor leu e comentou na sua página do Facebook.

Abaixo, são as imagens do caderno onde escrevi o texto com minha já muito criticada letra.

AN 1

AN 2

AN 3

AN 4

AN 5

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Mais Balbúrdia ainda

Peteleco mais duas indicações de HQ na nossa ssessãozinha Vem Comigo lá do Balbúrdia. Uma foi na quarta passada e outra saiu hoje, no meio do Carnaval. Ambas constam das minhas leituras comentadas do mês, que estão aqui.

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Mais balbúrdia

Eu tô abusando um pouco e me repetindo porque a empolgação é grande. Inauguramos uma NOVA ALA do Balbúrdia  (blog sobre HQ do Paulo, Liber e meu) dedicada a dicas. Ela obviamente não se chama DICAS, mas Vem Comigo. O post é ESTE e trata disto aqui:

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Tem alguma coisa rolando: Balbúrdia

Hoje pela manhã, Liber Paz, Paulo H Cecconi e eu começamos DE FATO um projeto nosso de pensar sobre quadrinhos. Passamos muito tempo discutindo sobre valor da crítica, implicações sociais, posição de voz, autoridade de status e de HQ, e não fazíamos nada.

Sempre comentávamos que o pessoal/particular (que acho bom) se misturava com um impressionismo irresponsável (o que acho ruim) e resolvemos tentar ocupar um espaço que enxergamos como vazio. A estreia é uma resenha do Liber sobre Sandman Overture. Semana que vem teremos Paulo e na outra ainda, eu.

O nome Balbúrdia surgiu de um equívoco. Num primeiro momento seria De Buenas, mas achamos que isso era muito susse hippie-maconheiro praquilo que queríamos. Comentamos que o Diego Gerlach é um mestre dos títulos brilhantes e resolvemos roubar um dele: nosso blog seria Alvoroço. Mas num papo desses alguém errou o nome e mandou um BALBÚRDIA. Foi paixão imediata.

Bem, pra ler o texto do Liber, vai aqui; pra ler nosso editorial, por aqui; pra ler o blog, AQUI. Amanhã devemos ter novidades por lá. Vem com a gente.

Ah, a arte que reproduzo aqui é o topo do blog e é do Pedro Cobiaco.

 

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