Tag Archives: Avisos paroquiais

Lançamento de Ordinário

Hoje vou conversar com o genial Rafael Sica, na Itiban.

o camarada vai lançar lá seu livro Ordinário.

Conheça o trabalho do Sica, compre o livro na Itiban, veja o bate-papo e autografe.

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Lançamento de Gefangene na Itiban

é hoje!

vou lá conversar com o Koostela, na Itiban, às 19 agá.

tuíte com #itibansessions pra fazer perguntas e comentários sobre o bate-papo.

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É hoje

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Viu a parte do cartaz que diz bate-papo? então, eu que vou mediar.

a Gazeta deu a nota ontem.

(lá fica claro que sou um leitor capaz de dar conta de uma obra inacessível, densa e elaborada – :>p)

apareçaaaaam!

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Lançamento da Café Espacial 8

nessa edição da Café Espacial tem conto da Van Rodrigues e texto meu sobre  o Godard. e tem mais:

o lugar é aprazível, a companhia agradabilíssima, a música boa. vamos?

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Estreia em Curitba

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Hoje, o camarada Aristeu Araújo estreia em Curitiba o seu filme que foi selecionado para o festival de Brasília: Naquela noite ele sonhou com o mar azul. Cinemateca, 20 agá. apareeeeeeeeça!

eu li o roteiro antes de filmar e ainda não vi o curta pronto.

 

 

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A lista deve continuar

Apesar da demora, vai aqui a segunda parte (de muitas outras partes) da lista com indicações de álbuns de histórias em quadrinhos. As três primeiras indicações e as regras de escolha estão na primeira postagem.

Tenho pensado bastante e até dançado o doido pra criar uma lista menos “clichê”.

 

Mas já estou achando que tanta insistência ao redor de algumas obras deve ser por culpa da qualidade que as desgraçadas têm. A elas:

 

RETALHOS (Quadrinhos na Cia.)

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Craig Thompson criou uma história de um amor adolescente, enquanto o próprio Craig (sim, o Thompson, é autobiográfico) amadurece e desenvolve sua personalidade, colocando novas perspectivas na relação que tem com os pais e com o irmão. Se existe uma palavra pra definir Retalhos é delicadeza. É tudo bonito nesse gibi. É difícil explicar. leia e não discuta, que é mais fácil. Resenha aqui.

Indicado com força para: quem curte autobiografias de artistas em formação; quem gosta de desenvolvimento da linguagem das HQs; quem acha que o mundo precisa cada vez de mais força delicada.

Veja o autor falando abaixo:

BOB & HARV – DOIS ANTI-HERÓIS AMERICANOS (Conrad)

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O Bob é Robert Crumb, referência underground obrigatória a quem se interessa pelo… underground. Harv é Harvey Pekar, que trouxe o tema da vida de um americano fudido pras histórias em quadrinhos norte-americanas (no caso, ele mesmo). O nome esquisito do álbum é por conta do filme sobre o Pekar intitulado no Brasil de Um anti-herói americano. Esse álbum coleta todas as histórias escritas por Pekar e desenhadas por Crumb. PRA MIM, um dos maiores crimes das edições nacionais é a ausência de mais material do Pekar no Brasil, já o Crumb teve bastante coisa publicada. Leia mais sobre a obra e compre aqui.

Indicado com força para: quem acha graça no mau humor; quem gosta de histórias alternativas; quem tem certeza que quadrinhos não são coisa de crianças.

Aqui, um pouco de Pekar, quebrando pau com o David Letterman (magine se ele fosse no Jô):

e aqui o Crumb:

PERSÉPOLIS COMPLETO (Quadrinhos na Cia.)

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O trabalho que fez o mundo conhecer a iraniana Marjane Satrapi. A quadrinista viveu durante a infância e adolescência a transição de governos no Irã, mudando radicalmente o cotidiano dos cidadãos. existe dois tipos de publicação desta obra de Satrapi no Brasil, ou quatro volumes ou a edição completa. Uma narrativa pessoal, forte e muito bem estruturada, Persépolis é uma peça de arte com um quinhão de informação pouco conhecida por nós deste lado aqui do planeta. Resenha, leia. Compras, aqui.

Indicado com força para: quem gosta de histórias de superação; quem gosta de narrativas do artista quando jovem; quem quer conhecer um pouco melhor a tradição persa.

O quadrinho virou uma animação muito boa (mas uma coisa não exclui a outra, leia e assista):

A lista segue ainda…

 

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listas, sempre listas

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Pra que serve uma lista se não pra instaurar a polêmica? Até lista de compra do mercado acaba em dissonância, não tem jeito.

Alguém me tuitou uma lista de 30 HQs que você deveria ler. Claro que fui dar uma olhada e não gostei. A lista é bastante focada na HQ norte-americana das líderes de mercado, Marvel e DC, o que não é um problema em si, mas um problema em até. Porque até tentam se fazer de ecléticos com um Maus acá e um Persépolis Alá, mas não enganam. Porque até umas bicheiras como Rising Stars e Invencível entram na correria pra fechar 30.

E como diz o mestre, quem sabe faz ao vivo. Isso aqui é blog (ao morto), mas imbuído desse espírito empreendedor. Portanto, em vez ter achaquilhos de bambi, resolvi sugerir a minha lista. Antes disso, vale uns ‘mãs’:

1) A lista foi pensada como indicações para quem lê pouco ou nunca leu HQ (evitando, assim HQs que são homenagens às próprias HQs);

2) Vou me esforçar pra incluir histórias fechadas, de diversas origens (evitando pérolas eternas como Sandman e Homem-Animal);

3) Também vou me esforçar pra apresentar HQs menos conhecidas do público médio (evitando Peanuts e Disney);

4) A lista foi dividida em algumas postagens (evitando um tripão);

5) Se eu me encher o saco, vai ser menos de 30 e se me empolgar, mais (evitando o desgosto do bloguista);

6) A ordem da bagaça não representa a importância da bagaça, a qualidade da bagaça ou a predileção do bagaceiro (evitando malentendidos na leitura)

7) É minha festa, então eu convido o quadrinho que quiser (evitando todos os que não estão abaixo e nas outras postagens).

 

NOVA YORK – A VIDA NA GRANDE CIDADE (Quadrinhos na Cia.)

Will Eisner é autor obrigatório para os quadrinhos. Esse norte-americano é uma das ausências de que me ressenti na lista que linquei lá em cima. E esse álbum além de ser Eisner, é Eisner inspiradíssimo. E melhor: é 1 que vale 4. O tijolão de mais de 400 páginas carrega Nova York – A grande cidade, Caderno de esboços, O edifício e Pessoas invisíveis. Nova York traz histórias de uma página de situações urbanas, passadas na primeira metade do Século XX. O edifício é a trama de 3 fantasmas ligados a um prédio no centro de Nova York. Caderno e Pessoas trazem mais olhares sobre essa cidade que cria e maltrata o humano.
Um material sensível, forte, humano até última gramatura do papel e fodidíssimo. [Momento autojabá] Mais detalhes na resenha que fiz pro Universo HQ. E compre aqui.

Indicado com força para: quem gosta de histórias urbanas (quando isso não queria dizer ultraviolência, gírias e tráfico); quem gosta de um lirismo cotidiano; quem é ser humano.

A CAIXA DE AREIA – OU ERA DOIS NO MEU QUINTAL (Devir)

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Lourenço Mutarelli largou os quadrinhos há algum tempo. E o desgraçado parou justamente quando produziu sua obra mais densa, mais emocional e mais equilibrada. O roteiro de Mutarelli nunca foi tão bom quanto neste trabalho. E o seu texto aqui é superior aos seus livros em prosa. Até o formato pequeno de caderno tem a ver. Caixa de areia marca um rompimento no modo do artista fazer quadrinhos, seja no tema ou na arte, mas sem perder sua característica intimista e forte. O enredo é da família de Mutarelli diante de problemas cotidianos e observações sagazes e, em paralelo, dois personagens em um carro. Tá aqui a resenha no Universo HQ.

Indicado com força para: quem gosta de um lirismo cotidiano; quem gosta de teatro do absurdo; quem acha que a vida precisa de uma loucurinha pra valer a pena.

MAUS (Quadrinhos na Cia.)

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Esse tá na lista da Empire. Também, o trabalho do Art Spiegelman é do nível ‘puta merda’. Se você faz parte do grupo que tem nojinho de histórias sobre o holocausto, recolha seu nojo onde bem entender e LEIA o único gibi que já levou um prêmio Pulitzer. Existem doses cavalres de metalinguagem na segunda parte e doses homéricas de humanidade em cada página. O sonho de todo quadrinho é ser tão forte e impactante quanto Maus. O que se conta é a biografia do pai de Art Spiegelman e como ele sobreviveu à segunda grande guerra mundial, e a história da criação do próprio álbum que se lê. Os personagens são retratados de modo muito cruel e sem autopiedade. Ah, e todo mundo é zoomorfizado: os judeus são ratos, os alemães são gatos, os poloneses porcos e por aí vai. Segue a resenha no Universo HQ. Segue a sugestão de compra.

Indicado com força para: quem gosta de histórias vicerais; quem gosta de outras visões de animais humanizados (ou humanos animalizados); quem gosta de histórias de sobreviventes; quem quer aprender metalinguagem de HQ.

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Registro e autojabá II

novamente, apelo:

 

ali, minha participação com um conto na Revista Machado, capitaneada pelo Delfin. texto meu na página 116. as ilustrações são do camarada Gustavo.

 

E a revista inteira vale ser lida.

<div class=”posterous_quote_citation”>via issuu.com</div>

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Eles estão chegando!

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eu sempre curti histórias de teorias da conspiração, dominação mundial e aquele lance da Terra Oca. e vi seriados, filmes, li livros e quadrinhos. a té tirrei sarro d eum amigo que dizia se cagar do filme Scanners.

mas quando eu descubro que luzes estranhas em formatos simétricos e tomados deram um showzinho na Noruega, eu fico com o cu na mão e agradeço que eles não estejam na Copa.

Os cientistas, sem palpites comprovados em laboratório ainda, chutam barbaridades como lançamentos de mísseis; ufólogos pululam e batem palmas; fervorosos na fé podem pensar num warm up do arrebatamento; alguém vai dizer que é um balão metereológico; eu queria que fossem só uns adolescentes sem noção com novos aps para seus Iphones. mas acho que não é.

eu sei, e só isso que sei, que isso me dá arrepios. vou por mais um cobertor na cama, pra eu poder me cobrir bem durante a noite. e sonhar, que nem quando era criança, que um vampiro senta na cama, perto dos meus pés e fica esperando em tirar a cabeça pra fora das cobertas pra me atacar.

ou seriam alienígenas? demônios? seres de luz?

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Ato 5

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Hoje tem lançamento da revista do André Diniz e do José Aguiar lá na Itiban. O Zé é um dos quadrinistas mais fodas do Brasil. quem duvida, dê uma olhada na variedade de estilos de Quadrinhofilia, outro álbum do cidadão; o André Diniz é outro monstro. roteirista de primeira linha, publicou o ótimo 7 Vidas.

falando em Itiban e Ato 5, tá aqui minhas observações sobre a revista, no blog da Itiban.

Simbora lá. é hoje às 19h!

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