Amsterdã dia 2

Se ontem Amsterdã foi queria-estar-m-o-r-t-a, hoje foi só queria me dar um soco na boca.

Reservei o dia pro Museu Van Gogh.

Tentei acordar cedo (museu abre 8:00), mas me enrolei um tanto e cheguei no museu só pelas 10:pouco.

Aí, vou preferir não contar que o passe de uso ilimitado por 24h de Amsterdã e arredores funciona pra uma das linhas que passa no ponto do hotel, mas não pra outra que faz basicamente o mesmo caminho (com mesmo ponto final) e o motorista preferiu me cobrar 5 merkels em vez de falar peraí e pega o outro que vem daqui 3 minutos.

Também vou pular a parte sobre a falta de sinalização pra achar o ônibus que precisava. Vou focar no simpático holandês do guichê de informações que anotou os bondes que eu deveria pegar e me sugeriu comprar os ingressos antes pra pular fila.

Chegando no museu, vou esquecer do funcionário que me mandou pra fila errada e pro guarda do museu que brigou comigo quando fotografava uma placa com nome do quadro (achei que podia, porque tinha gente fotografando com câmera profissa do lado) e vou me concentrar no museu.

O museu Van Gogh é nível PUTALAMERDA.

São 3 andares com muitas pinturas do Vincent, um ou outro objeto pessoal, algumas das populares cartas que ele mandou pro Theo, além de pintores relacionados, tipo amigos, influências e influenciados.

Tem também um espaço pra expos temporárias, que dessa vez era o retrato das prostitutas. Picasso, Munch, Van Gogh em doses comedidas e Degas e Toulouse-Lautrec em quantidades paquidérmicas. Foda de lascar, óbvio.

Ele é realmente bastante cheio, mas se usar alguma GINGA E MALEMOLÊNCIA, você consegue estacionar sozinho, por exemplo, na frente de O quarto por minutos (fiz) (pelo menos nessa época que vim).

Mas eu estacionei o ônibus da atenção na frente da área de um desenho fudido, que é estudo pruma pintura que está em outro museu. Todos os desenhos do Vincent me possuem, mas poucos estão expostos, por causa da conservação da bagaça. Pena.

Acabei pendurando na memória mais uma tela: Three roots, uma inacabada, embora tenha coisa o bastante já pra eu me encaixar ali. Toda a fase dos últimos 3 anos de vida do Van Gogh me comovem muito.

Nessa pira do museu acabei sem almoçar. Achei um mercado, comprei coisas almocentas e sentei pra comer quando CHOVEU. Era uma garoinha bostona que me impedia de comer, mas deixava caminhar pela cidade.

Liguei o esquema ande à toa por aí e veja o que aparece. Apareceu uma boa vontade minha Amsterdã.

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Filed under A gente tenta, Viagem

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