Avulsinho 3

Sonhei que lia um livro que já reli. O texto era o mesmo do livro que existe e eu sorria e me sentia feliz, pois ler aquilo me reconfortava tipo ouvir a piada recorrente de um amigo que há tempos não vê. Acordei e o texto estava tatuado no meu braço.

O braço é meu, a frase do Joyce e o trampo do @andrecostatattoo

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Filed under A gente tenta, É meu, Literatura

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